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A Laranja Doce, também conhecida como Laranja Pêra, é o fruto da Laranjeira (Citrus sinensis) – árvore nativa da região dos Himalaias (China, Índia), especula-se que seja um híbrido a partir do cruzamento na antiguidade entre a Cimboa (Citrus maxima) e a Tangerina (Citrus reticulada).

Pelo método da prensagem à frio de suas cascas é obtido seu óleo essencial, um dos principais no mercado mundial, o Brasil é o maior produtor deste óleo. Está presente em sua composição o d-limoneno (90%), mirceno (3%), alpha-pineno (1 %), sabineno (0,5%), decanal (0,5%), linalol (0,4%), entre outros.

O óleo essencial de Laranja Doce tem o potencial de regular o metabolismo inteiro, é conhecido seu efeito como ansiolítico, equilibrando o apetite, digestivo, diurético (útil para tratamentos de redução de edemas e celulites), antiespasmódico (cólicas intestinais e espasmos digestivos). É calmante cardíaco e relaxante do sistema nervoso, trata hiperatividade e agitação infantil e combate a insônia.

Na aromacologia encontramos propriedades purificadoras para o ambiente, desperta a alegria de viver e a autoconfiança, ajuda a promover o desprendimento de preocupações cotidianas e conduz a um sono profundo e reparador, provoca sensação de alívio e profundo relaxamento. Seu uso é recomendado onde não é possível equilibrar o estado mental (emoções) com os problemas físicos.

É um óleo fotossensível, por isso não é aconselhado expor-se ao Sol até 6 horas após o uso.

Você pode encontrar o óleo essencial de Laranja Doce em nossa Pomada Natural Gotas de Conforto de Laranja Doce, Limão Tahiti e Copaíba, recomendada para aliviar gripes e febres, favorecendo o sono, melhorando o apetite, devolvendo a alegria e o ânimo naqueles dias de frio e baixa imunidade.

 

Fontes:
Formação em Aromaterapia Terra Flor – por Luciane Schoppan.
Fundamentos da Terapia Holística com Óleos Essenciais das Plantas – por Dietrich Gumbel. Editora Laszlo, 2016.
Óleos essenciais no Brasil: aspectos gerais, desenvolvimento e perspectivas – por Humberto R. Bizzo; Ana Maria C. Hovell; Claudia M. Rezende. Quim. Nova, Vol. 32, No. 3, 588-594, 2009.

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